[Dança]CCBB RIO RECEBE FESTIVAL ENTRE OS DIAS 1º E 4 DE AGOSTO COM ESPETÁCULOS DE 19 CIAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

 

CCBB RIO RECEBE FESTIVAL ENTRE OS DIAS 1º E 4 DE AGOSTO

COM ESPETÁCULOS DE 19 CIAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

No domingo, 4, acontece a tradicional ocupação do Boulevard Olímpico (Praça Mauá e Largo da Candelária) com apresentações gratuitas ao ar livre

 

22ª edição do Dança em Trânsito percorre 33 cidades com 31 cias de 12 países,

entre 20 de junho e 1º de outubro



Fantasmas - foto Luciana Ponso


Zigan - Fusion with myself


Samuel Moreno - Coletivo Tanz


 

Em sua 22ª edição, o Dança em Trânsito se reafirma como um dos maiores e mais abrangentes festivais internacionais de dança contemporânea do país ao incorporar em sua programação o Palco Carioca, etapa realizada entre fevereiro e abril no Espaço Tápias desde o ano passado. A tradicional itinerância nacional, iniciada em 20 de junho em Belo Horizonte, chega ao Rio de Janeiro no dia 1º de agosto, ocupando o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB Rio) durante quatro dias, com 19 companhias do BrasilBurkina FasoCanadáColômbiaEslovêniaEUAFrançaIsraelItáliaRepública Tcheca e Ucrânia. O Polo Cultural ItalianoRio e o Espaço Tápias também recebem apresentações, na sexta e no sábado, respectivamente, ambos com entrada gratuita. No domingo4/8, a tradicional ocupação do Boulevard Olímpico, na Praça Mauá e no Largo da Candelária, reúne sete companhias com apresentações pela manhã e à tarde. O 22º Dança em Trânsito é apresentado pelo Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com patrocínio master do Instituto Cultural Vale e patrocínio da Volkswagen Caminhões e Ônibus e Engie Brasil Energia.

 

“Além de estendermos o calendário do Dança em Trânsito durante quase o ano todo, com a entrada no ano passado do Palco Carioca, o festival também conseguiu um crescimento muito significativo de participação de bailarinos de todos os cantos do país nas residências de criação, que recebeu este ano quase duas mil inscrições”, celebra Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, ao lado de Flávia Tápias.

 

No total, 31 companhias do BrasilBurkina FasoCanadáColômbiaEslovêniaEspanhaEUAFrançaIsraelItáliaRepública Tcheca e Ucrânia ocupam palcos e espaços públicos de 10 capitais brasileiras e 23 outras cidades com espetáculos e uma série de ações para a difusão e democratização da dança, que incluem residências de criação e de intercâmbio profissional com criação e circulaçãointercâmbios e valorização do folclore e cultura brasileiraworkshops com criaçãoformação e geração de emprego para professores multiplicadoresrodas de conversa oficinas pontuais.

 

PROGRAMAÇÃO CARIOCA

 

QUINTA – 01/08

O festival chega ao CCBB Rio no dia 1º de agosto com Não nomeado, do brasiliense Vitor Hamamoto – radicado em SC, onde integra o grupo Cena 11 – na Rotunda, às 18h30. Vitor, que assina a coreografia, performance e trilha sonora, se inspira no filósofo e ensaísta sul-coreano Byung-Chul Han para questionar a pressa do mundo contemporâneo. Na sequência, o Coletivo Tanz, de João Pessoa (PB), se apresenta no Teatro II, às 19h, com o trabalho Terreiro envergado, inspirado na obra e personagens da cultura popular do escritor José Lins do Rego.

 

SEXTA – 02/08

Na sexta, 2/8, haverá uma apresentação às 14h, no recém-inaugurado Polo Cultural ItalianoRio, no Centro, com a italiana Compagnia Zappalà Danza, de Studio sul Fauno, pensado para espaços alternativos, que antecipa um projeto maior, combinando o Aprés midi d’un faune, de Debussy, com o Bolero de Ravel e o Sacre du printemps, de Stravinsky. No CCBB Rio, às 18h, Heidi Duckler Dance (EUA) mostra na Rotunda o espetáculo site-specific I will remember what I forgot. No mesmo espaço, a carioca Afrobunker apresenta Descaminhos, às 18h30, que busca o complexo caminho das origens da vontade de movimento, além das turbulências, apagamentos e violências que os corpos negros sofreram ao longo do tempo. A partir das 19h, o Teatro II abriga dois espetáculos. Primeiro Charles Brecard traz do Canadá Il Pleut, il Plant, il Rage, que faz uma reflexão sobre sentimentos violentos de raiva e angústia em contraponto com a delicadeza expressa pela figura de um monge. A também canadense Pauline Gervais presta homenagem ao avô no solo Herbert, que explora como a morte nos molda e nos desafia e como escolhemos lembrar e honrar os que partiram. Logo depois, Žigan Krajnčan, da Eslovênia, apresenta Fusion with myself, em que o artista faz uma performance com dança e canto na busca por expressar o nada que antecede a criação.

 

SÁBADO – 03/08

Às 11h30Yana Reutova & Clara da Costa (Rep. Tcheca/Ucrânia e Brasil) apresentam, no Espaço TápiasWomanhood, resultado da residência de criação internacional entre Yana Reutova e a brasileira Clara da Costa. A programação segue com a italiana Compagnia Zappalà Danza, às 18h, na Rotunda do CCBB Rio, com Studio sul Fauno. No Teatro IIKley Hudson mostra, às 19h, a sua criação Corpas Trans É?, uma jornada de autodescoberta que faz um convite à reflexão, à empatia e à celebração da diversidade. Logo depois, o Grupo Tápias exibe sua nova criação Fantasmas, resultado de uma residência artística, parceria entre os festivais Tanec Praha e Dança em Trânsito. Dirigida pelo Grupo Tápias, leva ao palco as bailarinas Flávia TápiasJitka Čechová, da República Tcheca, e a atriz Paula Braun, unindo dança e teatralidade ancoradas pelo texto Os dois fantasmas, de Fernando Caruso. A noite termina com mais duas apresentações na Rotunda – Maikol Sanchez, da Colômbia, interpreta Rosmary y Yo, baseada no conto curto Infecção, do escritor colombiano Andrés Caicedo, em que mescla dança-teatro e instalação audiovisual, e Salia Sanou, de Burkina Faso, apresenta o resultado da sua residência de criação.


DOMINGO – 04/08

O domingo de encerramento da programação carioca, 4/8, começa às 10h com a tradicional ocupação dos espaços públicos, em pontos da Praça Mauá, começando em frente ao Museu do Amanhã. Yana Reutova & coll. mostra Invisible Traces, sobre as impressões digitais que transmitem nossas informações de forma única e irrepetível, fazendo conexões invisíveis todos os dias, ao mesmo tempo em que estamos sozinhos em nossa singularidade. O colombiano Maikol Sanchez dança Rosmary y Yo e as cariocas Adelly Costantini e Carol Cony mostram o Projeto Flutua: a primeira cena de um filme, que parte de uma sentença de Nietzsche (“Temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade”) para brincar com a suspensão, seja do tempo ou do corpo que sonha em voar, em uma performance unindo circo, dança, teatro, cinema e arte pública, com direção de Renato Linhares. Os canadenses Charles BrecardPauline Gervais e Louise Bédard, encerram a primeira parte às 11h30, com os trabalhos Il Pleut, Il Plant, Il RageHerbert e Morceaux Choisis, respectivamente.

 

As apresentações ao ar livre retornam às 16h30, agora no Largo da Candelária, ao lado do CCBB Rio, com ROTAS AFORA, residência de intercâmbio internacional, idealizada e facilitada pela coreógrafa Flávia Tápias, que este ano foi criada em duas etapas, no Brasil e em Busan, na Coréia do Sul. Às 17h, é a vez da Cie 1 de Si, da França, mostrar o trabalho concebido pelo coreógrafo Etienne Rochefort que explora diferentes interpretações dos tiques, ritos e bugs do seu corpo, e que dão origem ao ‘bugging’, uma dança de sua própria invenção. Salia Sanou, de Burkina Faso, exibe o resultado de sua residência artística às 17h30.

 

A etapa carioca se encerra no CCBB Rio com mais três espetáculos. Na Rotunda, a canadense Louise Bédard dança Morceaux Choisis, às 18h. Ao som de da Suite nº1 em Sol menor de Rachmaninoff, Op. 5 Barcarole, se entrelaçam duas mulheres em suas buscas – Béatrice, uma das musas de Dante, e a personagem de Jeanne Moreau à procura de seu Julien, no filme Ascensor para o cadafalso. Ainda na Rotunda, o Grupo Tápias traz, na sequência, às 18h20, o espetáculo Portátil, uma experiência imersiva em realidade virtual que convida e provoca o público sensorialmente a experimentar movimentos de dança a partir de imagens em 360º registradas em lugares impactantes, onde as bordas do horizonte das faixas de mar, areia e floresta provocam sensações imersivas espetaculares. Por fim, às 19h, no Teatro II, o coreógrafo israelense Michael Getman apresenta ao público carioca o solo First Things, interpretado por Ariel Gelbart, que explora os diferentes aspectos da experiência que o artista tem de si mesmo no mundo.

 

GRUPO TÁPIAS – CIA ASSOCIADA

Grupo Tápias é a companhia de dança associada ao Dança em Trânsito desde suas primeiras edições. Mantém um quadro estável de bailarinos estrangeiros e brasileiros e, ao longo dos anos, vem criando uma sólida base técnica, além de incessante pesquisa de linguagem própria. Com direção artística de Flávia Tápias, o Grupo Tápias traz para a 22ª edição do Dança em Trânsito sua nova criação Fantasmas, resultado de uma residência artística dirigida pelo Grupo Tápias entre as bailarinas Flávia TápiasJitka Čechová, da República Tcheca, e a atriz Paula Braun; e Portátil, que faz um mergulho nas possibilidades da realidade virtual. Irá circular pelas cinco regiões do país reforçando o compromisso de levar a dança contemporânea a espaços diversos.

 

Até 1º de outubro, o festival está passando por Belo Horizonte (MG), Brumadinho (MG), Coronel Fabriciano/Timóteo (MG), Ipatinga (MG), Governador Valadares (MG), Baixo Guandú (ES)/Aimorés (MG), Vila Velha (ES), Vitória (ES), Entre Rios do Sul (RS), Alto Bela Vista (SC), Florianópolis (SC), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Ilha do Combú (PA), Belém (PA), Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA), Curionópolis (Serra Pelada) (PA), Brasília (DF), Imperatriz (MA), Açailândia (MA), Pindaré-Mirim (MA), Itapecuru-Mirim (MA), São Luís (MA), Quatis (RJ), Resende (RJ), Volta Redonda (RJ) e Mangaratiba/Itaguaí (RJ).

 

ROTAS RESIDÊNCIA DE INTERCÂMBIO

Neste ano, a tradicional residência de intercâmbio internacional ROTAS AFORA, idealizada e facilitada pela coreógrafa Flávia Tápias, apresenta o resultado da parceria criativa entre intérpretes brasileiros e artistas convidados de Busan (Coréia do Sul), realizada em duas partes, no Brasil e na Coréia do Sul, no primeiro semestre. As apresentações também acontecem nos dois países – no Busan International Dance Festival e no Dança em Trânsito.

 

RESIDÊNCIAS E OFICINAS: FORMAÇÃO E MULTIPLICAÇÃO

Os projetos formativos deste ano incluem os Workshops com criação em cidades distantes das metrópoles durante 7 a 10 dias. Helena Heyzer Guilherme Gomes (Entre Rios do Sul, RS); Monique Ottati (Alto Bela Vista, SC); Luciana Lanza (Parauapebas, PA), e Márcio Cunha (Canaã dos Carajás, PA) ministram as residências nessas cidades. Já as Residências de Intercâmbio Profissional com Criação promovem a integração das diferentes regiões a partir da criação de coreografias por artistas e coreógrafos convidados, brasileiros e estrangeiros, para artistas de todo Brasil selecionados por chamamento, fortalecendo a troca de experiências e ampliando o conhecimento dos envolvidos. Clémentine Télesfort & Lisard Tranis, da Espanha (Belo Horizonte); Renato Vieira (Curitiba); a italiana Compagnia Zappalà Danza (São Paulo), Salia Sanou, de Burkina Faso (Rio de Janeiro); a carioca Marcia Milhazes (Salvador); o israelense Michael Getman (Brasília); e os espanhóis Diego Pazó e Lucía Burguete (Belém), conduzem as residências, que receberam quase 2 mil inscrições.

 

O festival oferece ainda 12 oficinas gratuitas, em 12 cidades, ministradas por convidados nacionais e internacionais participantes do festival. São encontros pontuais, de duas a três horas de duração, abertos a todos os interessados. Inscrições e mais informações no site www.dancaemtransito.com.br

 

Realizado inicialmente no Espaço Tápias, no Rio de Janeiro, o Intercâmbio e valorização do folclore e cultura brasileira ganha espaço, pelo segundo ano, no Dança em Trânsito. Artistas das mais variadas danças populares e tradicionais do folclore brasileiro foram convidados para se apresentarem em suas cidades ou em outras regiões junto aos artistas do festival, costurando e difundindo as diversas manifestações culturais para além de seus estados de origem.

 

Completam as ações educativas e de intercâmbio, realizadas paralelamente aos espetáculos, o projeto de Formação e geração de emprego para Professores Multiplicadores. Realizado em cidades afastadas dos grandes centros e com poucas oportunidades, o projeto difunde a Metodologia Tápias de Dança para professores dessas localidades, oferecendo instrumental técnico para que possam multiplicar seu conhecimento para suas turmas, gerando novas oportunidades de trabalho. Flávia Tápias e professores convidados orientam os participantes em encontros remotos semanais ao longo de quatro meses.

 

Representantes de manifestações culturais do Brasil e do exterior e artistas das mais diversas tendências irão compartilhar suas experiências com o público nas Rodas de Conversa.


Dança em Trânsito

Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, em 2002, o Dança em Trânsito já apresentou mais de 1.272 apresentações, com cerca de 114 companhias de 21 países, envolvendo mais de 43 cidades das cinco regiões do Brasil e exterior, para um público de mais de 100 mil pessoas. Em 2020, durante a pandemia, realizou uma versão online, indicada ao Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), na categoria “Difusão”, e, em 2021, a primeira edição híbrida, que envolveu 25 cidades.

 

Sobre o Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org.

 

Sobre a ENGIE

No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 10,5 GW em 99 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa. A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás - TAG, concluída em 2020.

 

Sobre a VW Caminhões e Ônibus

Fabricante dos veículos comerciais Volkswagen e MAN, a VW Caminhões e Ônibus é uma das maiores montadoras de caminhões e ônibus da América Latina. Desde 1981, quando iniciou suas operações, chegar ao topo do mercado, respeitando e satisfazendo as necessidades dos clientes, sempre foi o foco da montadora. E é exatamente isso que oferece a seus clientes: produtos sob medida e um excelente serviço de pós-vendas. A empresa também é referência em inovações tecnológicas. A empresa busca sempre soluções que reduzam o impacto ambiental e ajudem a preservar o meio ambiente. Há 40 anos, a fabricante mantém seu compromisso de desenvolver veículos que superem as exigências dos clientes – onde quer que eles rodem, seja pelas estradas brasileiras, latino-americanas ou africanas.


DANÇA EM TRÂNSITO - 22ª edição

Programação completa e inscrições para oficinas: www.dancaemtransito.com.br

 

SERVIÇO:

De 1 a 4 de agosto

CCBB Rio

Local: Rotunda - Centro Cultural do Banco do Brasil

Horário: a partir das 18h

Local: Teatro II – Centro Cultural do Banco do Brasil

Capacidade: 172 lugares

Horário: a partir das 19h

Classificação indicativa: livre

EndereçoRua Primeiro de Março, 66 – Centro

Informações: 21 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br

Ingressos para o Teatro II: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Clientes Banco do Brasil pagam meia-entrada com Ourocard

À venda na bilheteria física ou no site bb.com.br/cultura

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Dia 2 de agosto às 14h

Local: Polo Cultural ItalianoRio – Casa D’Italia

Endereço: Rua Antonio Carlos, 40 – Centro

Classificação etária: livre

Gratuito

 

Dia 3 de agosto às 11h30

Local: Espaço Tápias

EndereçoAv. Armando Lombardi, 175 / 2º andar – Barra da Tijuca

Classificação etária: livre

Gratuito

 

Dia 4 de agosto

Boulevard Olímpico

Local: Praça Mauá (em frente ao Museu do Amanhã)

Horário: a partir das 10h

Gratuito

Local: Largo da Candelária (em frente ao CCBB Rio)

Horário: a partir das 16h30

Gratuito

 

FICHA TÉCNICA:

Direção geral: Giselle Tápias

Direção artística: Giselle Tápias e Flávia Tápias

Curadoria: Giselle Tápias, Flávia Tápias, Luciana Ponso e Jacqueline Bonelli

Assistentes de direção: Sandra Queiroz e Renata Marques

Direção de Produção: Lilian Bertin

Produção executiva: Calu Tornaghi e Liliane Xavier

Contatos Artísticos: Lia Meirelles

Identidade visual, Web design: Fernanda Valois | TRUQUE

Design gráfico: Fernanda Valois | TRUQUE e Thales Ferreira

Coordenação técnica e de palco: Katia Muniz e Louis Radavelli

Vídeos e streaming: Thales Ferreira e Luciana Ponso

Revisão de textos: Renata Marques e Sandra Queiroz

Fotografia e vídeo: Fernanda Valois I TRUQUE

Redes Sociais: DIEGO GERMANO

Assessoria Contábil: Fóres Contábil

Equipe de apoio: Spectaculu Escola de Arte e Tecnologia

 

 

PROGRAMAÇÃO RIO DE JANEIRO – 01 A 04 DE AGOSTO DE 2024


01/08, quinta feira - Rio de Janeiro/RJ

CCBB Rio - Rotunda - 18h30

 Vitor Hamamoto (Brasília, DF)

Não nomeado 13min


CCBB Rio - Teatro II - 19h

Coletivo Tanz (João Pessoa, PB)

Terreiro envergado 30min


02/08, sexta feira - Rio de Janeiro/RJ

Polo Cultural ItalianoRio - 14h

Compagnia Zappalà Danza (Itália)

Studio sul Fauno 10min


CCBB Rio – Rotunda - 18h

Heidi Duckler Dance (Los Angeles, EUA)

I will remember what I forgot 20min


CCBB Rio - Rotunda - 18h30

Afrobunker (Rio de Janeiro, RJ)

Descaminhos 15min


CCBB Rio - Teatro II - 19h

Charles Brecard e Pauline Gervais (Montreal, Canadá) e Žigan Krajnčan (Liubliana, Eslovênia)

Il pleut, il plaint, il rage 20min; Herbert 15min e Fusion with myself 35min


03/08, sábado - Rio de Janeiro/RJ

Espaço Tápias - 11h30

Yana Reutova & Clara da Costa (Rep. Tcheca/Ucrânia e Brasil)

Womanhood 15min


CCBB Rio - Rotunda - 18h

Compagnia Zappalà Danza (Itália)

Studio sul Fauno 10min


CCBB Rio - Teatro II - 19h

Kley Hudson (RJ) 5 min

Corpas trans é? 8min


CCBB Rio - Teatro II - 19h15

Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ)

Fantasmas 27min


CCBB Rio - Rotunda - 19h30

Maikol Sanchez (Bogotá, Colômbia)

Rosmary y Yo 23min


CCBB Rio - Rotunda - 20h

 Resultado da residência de criação por Salia Sanou (Léguéma, Burkina Faso)

 

04/08, domingo - Rio de Janeiro/RJ

Praça Mauá (em frente ao Museu do Amanhã) - 10h

Yana Reutova and Coll (Rep. Tcheca e Ucrânia)

Invisible Traces 20min


Praça Mauá (em frente ao Museu do Amanhã) - 10h30

Maikol Sanchez (Bogotá, Colômbia)

Rosmary y Yo 23min


Praça Mauá (em frente ao Museu do Amanhã) - 11h

Adelly Costantini, Carolina Cony e Renato Linhares (Rio de Janeiro, RJ)

Projeto Flutua: a primeira cena de um filme 20min


Praça Mauá (em frente ao Museu do Amanhã) - 11h30

Charles BrecardPauline Gervais e Louise Bédard (Montreal, Canadá)

Il Pleut, il Plaint, il Rage 20min

Herbert 10min e

Morceaux Choisis 20min


Largo da Candelária (ao lado do CCBB Rio) - 16h30

ROTAS AFORA (Brasil, Coreia do Sul)

ROTAS Residência de intercâmbio internacional 20min


Largo da Candelária (ao lado do CCBB Rio - 17h

Cie 1 des Si Etienne Rochefort (Besançon, França)

Prequel 10min


Largo da Candelária (ao lado do CCBB Rio) - 17h30

Resultado da residência de Salia Sanou (Burkina Faso)


CCBB Rio - Rotunda - 18h

Louise Bédard (Montreal, Canadá)

Morceaux Choisis 20min


CCBB Rio - Rotunda - 18h20

Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ)

Portátil 40min


CCBB Rio - Teatro II - 19h

Michael Getman (Tel Aviv, Israel)

First Things 60min

 

COMPANHIAS CONVIDADAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS (por ordem alfabética)


Adelly Costantini, Carolina Cony e Renato Linhares (Rio de Janeiro, RJ)

PROJETO FLUTUA: A PRIMEIRA CENA DE UM FILME (20 min)

 

“Temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade.”

Projeto Flutua: a primeira cena de um filme é o novo projeto de Adelly Costantini, Carolina Cony e Renato Linhares que propõe uma ação performativa circense no espaço público. A partir da coordenada ofertada por Nietzsche, nasce o desejo de seguir criando possibilidades de suspensão. Nos prendemos a esse termo como forma de suspender o tempo, ou mesmo pelo desejo de voar, já que é incontável a quantidade de pessoas que sonham e m voar sobre suas cidades, sobre montanha s ou apenas se sentir em um outro estado gravitacional.

Unindo as linguagens do circo, dança, teatro, cinema e arte pública, as artistas dispõem seus corpos para o jogo do brincar em uma estrutura autônoma e original que hora pode se assemelhar a uma gangorra, um pêndulo, um simples banco de praça, um guindaste.

 

Ficha Técnica:

Elenco criador: Adelly Costantini e Carolina Cony

Direção: Renato Linhares

Cenografia: Dodô Giovanetti

Figurinista: Joanna Ribas

Trilha sonora: Pitter Rocha e Jojô Rodrigues

Cenotécnicos: Dodô Giovanetti e Bebeto

Direção de produção: Adelly Costantini

Assistência de direção: Taís de Amorim

 

04/08: Rio de Janeiro

 

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Afrobunker (Rio de Janeiro, RJ)

DESCAMINHOS (15 min)

Quando se instiga o querer saber de onde vem os nossos desejos de mover, percebemos que é um caminho muito complexo, com muitas turbulências e apagamentos. Logo o corpo reverbera espasmos como resposta, nos guia para o que trará motivo real da necessidade de expressar, no lugar de memória que esse corpo tem na hora de agir.

Somos plurais dentro dessa trajetória, enxergamos e liberamos espasmos corporais diferentes, cada um dentro da sua vivência, em algum momento, esses espasmos se conectam, se encaixam, se encontram na mesma necessidade de mover para pontuar tal caminhar, para reviver vontades que ganharam outro nome e se transformaram em algo mais nítido para nós.

Nossos movimentos são resultados de descaminhos referentes a muitas vontades deixadas e apagadas lá atrás, nossa obra denúncia os contrabandos feitos até hoje com os nossos corpos, nossos modos de viver e nossas culturas. Queremos renomear os respectivos, na intenção de reviver e escurecer o que foi clareado.

 

Ficha Técnica:

Intérpretes: Romec, Júnior, Ademir e Suet

Videomaker e fotógrafo: Suet

Criadores: Romec, Júnior, Ademir, Suet, Mumu e Natan


02/08: Rio de Janeiro


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Charles Brecard (Montreal, Canadá)

IL PLEUT, IL PLAINT, IL RAGE (20 min)

Il pleut, il plaint, il rage, é um solo baseado numa investigação sobre uma raiva crescente que toma conta do artista devido à completa inércia do nosso sistema, face aos desafios civilizacionais da nossa espécie e à nossa incapacidade partilhada de agir e adotar novos valores. Como se estivéssemos condenados a nos submeter a uma mão invisível, ou aos nossos instintos animais primordiais ou a uma ideologia inclinada à dominação através da violência. O personagem se transforma em uma delicada figura de monge, dançando com delicadeza em meio a falhas e movimentos caóticos, sucumbindo à profunda dor e feiúra. Mostra a luta contra o caos avassalador dentro de uma existência delicada, oferecendo uma exploração comovente da angústia e da ira que persiste em nós.


Ficha técnica:

Coreografia e Performance: Charles Brecard

Composição Original e música ao vivo: Mateo Barrera


02/08: Rio de Janeiro

04/08: Rio de Janeiro


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Cie 1 des Si | Etienne Rochefort (Besançon, França)

Prequel (35min)

Ao conhecer Etienne Rochefort, é difícil não notar seus tiques.

Ele tem se perguntado sobre esses movimentos sincopados e reflexos gerados por seu corpo desde que ele era muito jovem. Eles têm um propósito? uma origem? um significado? Hoje, a coreógrafa parte da premissa de que o tique é na verdade um alarme inato no corpo humano. É o corpo que se liberta da sua atribuição de nos dizer algo. Diante de crises actuais, e a mais sem precedentes de todas (as inexoráveis alterações climáticas em andamento), um sistema de alerta que está profundamente dentro de nós e permaneceu adormecido até agora será, num reflexo corporal final e inconsciente, ativado.

Com PREQUEL, Etienne Rochefort irá capturar os tiques, ritos e bugs do corpo, explorando

diferentes interpretações de "bugging", uma dança de sua própria invenção.


04/08 - Rio de Janeiro


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Compagnia Zappalà Danza (Catânia, Itália)

STUDIO SUL FAUNO (10 min)

Fernando Roldan Ferrer

Filippo Domini

Este momento de pesquisa é pensado para espaços alternativos e antecipa um projeto maior que verá a sua conclusão em 2024 com a realização de um único projeto criativo que combinará o Aprés midi d’un faune com o Bolero de Ravel e o Sacre du printemps de Stravinsky. Assim como a história do poema de Mallarmé passa do sono à memória, num “lugar mental” onde se confundem realidade, sonho e desejo, da mesma forma o espaço onde a dança acontece – o mundo interior do fauno – é outro mundo onde a exclusão, o namoro e o erotismo encontram o seu próprio espaço expressivo. É um tapete. Estender um tapete continua a ser um gesto de considerável importância simbólica e prática para muitas populações. Equivale a levar o céu ao inferno; O tapete separa dois mundos, um real e outro feito de sonhos e desejos.O tapete ao mesmo tempo separa e une a dança daquilo que não é dança. Assim como a estrutura musical de Debussy, definida pelo próprio músico como “ondulante, oscilante, cheia de linhas curvas” é como um tapete, com uma linha sinuosa que lembra decorações florais.

 

Ficha Técnica:

Uma ideia de Roberto Zappalà de Nello Calabrò

Coreografia: Roberto Zappalà

Texto: Nello Calabrò

Música: Claude Debussy ‘Prélude à l’Après-midi d’un faune’ (para piano solo), Giuni Russo/Franco Battiato, The Beatles, Miklós Rózsa

Dançarino: Filippo Domini

Uma produção de Scenario Pubblico /Compagnia Zappalà Danza Centro Nazionale di Produzione della Danza

Em coprodução com Milanoltre Festival

Suporte: MIC Ministero della Cultura e Regione Siciliana Ass.to del Turismo, dello Sport e dello Spettacolo


02 e 03/08 - Rio de Janeiro

 

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Coletivo Tanz (João Pessoa, PB)

TERREIRO ENVERGADO (30 min)

 

Duas figuras, dois seres, dois mundos. Dois caixeiros viajantes, cada um carregando consigo uma mala, encontram-se numa encruzilhada.

A performance de dança TERREIRO ENVERGADO é livremente inspirada pelos ecos das obras do escritor Paraibano José Lins do Rêgo na sua série sobre o ciclo da cana-de-açúcar. Pequenos ritos cotidianos seguem um após o outro, ressignificados no corpo e no lugar, em constante transformação. Vendedores ambulantes, bêbados, brincalhões, entre outras figuras místicas que povoam a imaginação popular e nos convidam a partilhar o mesmo espaço, seja palco ou praça, para celebrar o encontro. Um verdadeiro caleidoscópio de imagens e sons que são traduzidos no corpo atravessado e cortado pela força midiática e pela memória pessoal dos artistas.

 

Ficha Técnica:

Criadores intérpretes: Edigar Palmeira e Erik Breno

Dramaturgia: Nivaldo Rodrigues

Desenho de luz: Felipe Diniz

Figurino: Linda Palmeira

Cenografia: Jarrier Dantas

Sonoplastia: Mariah Benaglia

Produção executiva: Mariah Benaglia

Fotografia: Samuel Moreno


01/08: Rio de Janeiro

 

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Grupo Tápias (Rio de Janeiro, RJ)

FANTASMAS (27 min)

 

Fantasmas, uma esquete dançada, é o resultado de uma residência artística dirigida pelo Grupo Tápias entre as bailarinas Flávia Tápias, Jitka Čechová, da República Tcheca, e a atriz Paula Braun. É um espetáculo que integra a dança, a teatralidade e a fusão das duas propostas artísticas, tudo ancorado pelo texto de Fernando Caruso "Os Dois Fantasmas". – Recriar esta obra sob o prisma da dança foi uma tentação irresistível – revela Flávia, que é fã da obra de Caruso. A ação é uma parceria entre os festivais Tanec Praha e Dança em Trânsito. Dentre as marcas registradas do Festival Dança em Trânsito, as trocas predominam: experiências compartilhadas, criação multiplicada, diversidade e novidade fluem em todo o processo. À frente do Grupo Tápias, a coreógrafa e bailarina Flávia Tápias vem construindo uma reconhecida trajetória de criação coletiva, que sempre se manifesta no Festival Dança em Trânsito, por meio de residências, com participação de artistas de várias partes do Brasil e do mundo.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral e Artística: Flávia Tápias

Coreografia: Flávia Tápias

Texto Original: Fernando Caruso

Adaptação de texto: Paula Braun

Intérpretes criadoras: Jitka Čechová (República Tcheca) ou Žigan Krajnčan (Eslovênia) ou Luciana Ponso (Brasil), Paula Braun (Brasil) e Flávia Tápias (Brasil)

Iluminação: Kátia Barreto

Assistente de direção: Luciana Ponso

Produção e Realização: Espaço Tapias

Imprensa: Alexandre Aquino e Cláudia Tisato

Fotografia: Denise Mendes


Parceria da Residência de Intercâmbio: Dança em Trânsito em parceria com Tanec Praha

 

03/08: Rio de Janeiro

 

PORTÁTIL 2024 (20 min)


A performance Portátil do Grupo Tápias e convidados prevê um mergulho nas possibilidades da realidade virtual trazendo a interface entre dança, tecnologia e natureza. Com realidades inventadas e com a investigação da dança em imagens em 360º, a ação conta em propor um mergulho poético e virtual em uma relação direta com o público: o espectador é convidado a uma imersão em um ambiente virtual para assim experimentar movimentos de dança, mas sobretudo estando conscientes de que a partir da realidade virtual, experimenta certa segurança. E por isso, pode até dançar. A obra pretende provocar sensorialmente reflexões sobre os temas real e virtual, risco e confiança, movimento e pausa, razão e emoção, incentivando a pesquisa e o cruzamento de diferentes linguagens para ampliar a visão sobre si mesmo e o mundo.

Para essa performance as imagens em 360º foram registradas em lugares impactantes, onde as bordas do horizonte das faixas de mar, areia e floresta, provocam sensações imersivas espetaculares.

Ficha Técnica:

Concepção e direção coreográfica: Flávia Tápias

Colaboração Artística: Giselle Tápias

Criadores intérpretes: Flávia Tápias, Luciana Ponso, Roberto Silva, Janaína Ciodário e convidados

Assistente de direção e concepção: Luciana Ponso

Videomaker, montagem e tecnologia VR: Thales Ferreira


04/08: Rio de Janeiro

 

ROTAS AFORA (20 min)

O que descubro no corpo do outro? Como enriquecer um espaço-tempo comum, que abrigue a diversidade e a beleza que podemos criar juntos?

Idealizado e dirigido pela coreógrafa Flávia Tápias (Brasil), ROTAS foi desenvolvido numa residência em parceria criativa com intérpretes brasileiros, artistas convidados de Busan (Coreia do Sul). A proposta foi o encontro, e também a vivência das histórias individuais que se entrelaçam. Os encontros foram programados para realização em duas partes – Brasil e Coreia do Sul.

As apresentações do resultado dos encontros ROTAS também serão realizadas nos dois países em parceria com os festivais BUSAN International Dance Festival e Dança em Trânsito.

 

Ficha Técnica:

Direção e Coreografia: Flávia Tápias

Parceria coreográfica: Jaehyun Park

Intérpretes criadores: Flávia Tápias, Hugo Lopes, Juliana Gama, Jaehyun Park, Eunju Park, Hyunbong Ha, Jeongeun Hwand

Produção: Luciana Ponso

 

04/08: Rio de Janeiro

 

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Heidi Ducker Dance (Los Angeles, EUA)

I will Remember what I Forgot

 

Heidi Duckler, Diretora Artística da Heidi Duckler Dance (HDD) estará criando dois novos trabalhos site specific para o festival Dança em Trânsito 2024 em São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Heidi Duckler é Diretora Artística da HDD, uma companhia de dança site-specific pioneira vinda de Los Angeles, CA.

 

“Estamos entusiasmados em fazer parte do festival Dança em Trânsito este ano, trazendo nossas apresentações inovadoras para São Paulo no dia 2 de julho e para o Rio de Janeiro no dia 2 de agosto.

Na HDD, desafiamos as convenções criando peças de dança que transcendem os limites tradicionais do palco. Nossos próximos trabalhos, especialmente elaborados para Dança em Trânsito, prometem hipnotizar o público com sua fusão inventiva de movimento e espaço. Junte-se a nós enquanto transformamos a paisagem urbana em nosso palco, tecendo narrativas com a paisagem urbana para criar experiências imersivas como nenhuma outra. Prepare-se para embarcar numa viagem onde a dança encontra o ambiente, prometendo um encontro artístico que perdurará muito depois do final do espetáculo”.

 

Diretora artística: Heidi Duckler

Bailarina: Marissa Brown

Bailarina: Colleen Loverde

 

02/08: Rio de Janeiro

 

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Kley Hudson (Rio de Janeiro, RJ)

CORPAS TRANS É? (8 min)

 

Nas penumbras da rua, nasce um questionamento que ressoa na alma: "Corpas Trans é?". Nesse espaço de introspecção, emerge uma artista, Kley Hudson, solitária e poderosa, conduzindo uma jornada de autodescoberta e celebração.

No silêncio das palavras não ditas, a corpa de Kley é sua voz. Com movimentos que contam histórias antigas e futuros ainda não vividos, ela dança com a coragem de quem desafia normas e estereótipos. Cada gesto é um grito de resistência, uma contemplação à diversidade.

Enquanto o público observa, participa e reflete, Kley se transforma em um elo entre o passado e o presente, entre culturas e identidades. Seu corpo é um templo, um pergaminho, um espelho que reflete a beleza da multiplicidade humana.

"Corpas Trans é?" É uma obra em solo onde o dança surge pelos bastidores com a Kley, dando vida as magias e encantamentos do público. Uma poesia em movimento, onde a artista e sua danças se entrelaçam em um espetáculo que celebra a força das corpos trans, pretes e favelades. É um convite à reflexão, à empatia, e à celebração da diversidade que nos une em uma dança eterna de autenticidade.

 

Direção de movimento: Kley Hudson

Intérprete: Kley Hudson

Produção: Moderny Dance

Produção de áudio-visual: Juliana Coffe

Assistente de produção: Arthur Azevedo

Iluminação: Bruno Silva

Figurino: Juliet Reis

Operador de luz: Arthur Azevedo

Concepção: Nyandra Fernandes

Coreógrafia: Kley Hudson

Apoio: Centro de Artes da Maré

 

03/08: Rio de Janeiro

 

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Louise Bédard (Montreal, Canadá)

MORCEAUX CHOISIS (20 min)


Béatrice, uma das musas de Dante, está de volta para fazer uma espécie de homenagem ao poeta, pensador, escritor, de uma forma bem abstrata! Ao mesmo tempo, ela se transforma em uma figura semelhante ao papel de Jeanne Moreau em busca de seu Julien no filme Ascensor para o Cadafalso. Em sua busca, as duas mulheres vagam, mas estão totalmente investidas no momento presente. A dança é acompanhada pela Suíte nº 1 em Sol Menor de Rachmaninov, Op. 5: I. Barcarola.

 

04/08: Rio de Janeiro

 

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Maikol Sanchez (Bogotá, Colômbia)

ROSMARY Y YO (18 min)

 

Obra autoral, criada no ano 2019, baseada no conto curto "Infecção" do sombrio e existencialista escritor Colombiano Andrés Caicedo, que busca através da dança-teatro e da instalação audiovisual os diferentes estados pelos quais percorre ao criar uma perda amorosa ficcional que oscila entre o ódio, a melancolia e a inocência.

 

Produção geral: LABEX - Escena Experimental

Direção coreográfica e interpretação: Maikol Sánchez Quiñonez.

Dramaturgia: Néstor Darío Martínez Gutiérrez

Direção de Arte Digital: Karent Sophia Angulo Pineda

Musicalização: Karent Sophia Angulo Pineda

 

03/08: Rio de Janeiro

04/08: Rio de Janeiro

 

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Michael Getman (Tel Aviv, Israel)

FIRST THINGS  (15 min|Espaços exteriores e 30 min | Versão Teatro)

 

Imagine um mundo onde não há distância entre ele e o nosso conhecimento dele. Como então falar sobre isso? Talvez fiquemos inteiramente focados em nos sintonizar interiormente, como se afinasse um instrumento para alcançar precisão. First Things concentra-se nos diferentes aspectos da experiência que o artista tem de si mesmo no mundo.

Cada parte parte de uma premissa simples; um corpo- um ponto no espaço, um corpo – uma batida, um corpo – uma palavra.

Gradualmente, um acúmulo de tarefas desafia o intérprete a se agarrar à estrutura existente, acabando por criar uma fratura na estrutura da coreografia e desvendar um novo horizonte emocional e visceral.

First Things espreita entre o que está sendo dito e o que é dito nas entrelinhas - tijolo por tijolo, uma tentativa pessoal de tocar o humano - uma armadilha visível.

 

Coreografia: Michael Getman

Intérprete: Ariel Gelbart

Dramaturga: Yael Venezia

Som original: Gal Hochberg

Design de som: Gal Hochberg, Michael Getman

Design de luz: Nadav Barnea

Técnico de Luz: Baruchi Spigelman

Branding e mídias sociais: Laetitia Boulud

Relações internacionais: Gloria De Angeli


04/08: Rio de Janeiro

 

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Pauline Gervais (Montreal, Canadá)

HERBERT (15 min)

 

HERBERT é uma performance e uma reflexão sobre o impacto da morte nas nossas vidas e as inúmeras formas como respondemos a uma perda tão profunda. Inspirando-se na minha experiência pessoal de perda do meu avô em fevereiro de 2021, HERBERT investiga profundamente as emoções provocadas pela partida de um ente querido e pela jornada de luto e aceitação que se seguiu. É uma exploração comovente de como a morte nos molda, nos desafia e, em última análise, como escolhemos lembrar e honrar os que partiram. Este solo é minha homenagem íntima ao meu avô, capturando seu espírito vibrante, sua história complexa e a marca duradoura que ele deixou em minha vida. Este solo é uma adaptação teatral do meu curta-metragem existente, HERBERT, que teve sua estreia mundial em 10 de setembro de 2022 no Cinéma du Musée du Musée des beaux-arts como parte da 20ª edição do FQD, e sua estreia europeia em o DANTZAN TZAN FEST (Vitória, Espanha) em 29 de outubro de 2022.

 

02/08: Rio de Janeiro

04/08: Rio de Janeiro

 

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Salia Sanou (Léguéma, Burkina Faso)

 

Em cada vida, para cada ser, o amor é essencial; para além da natureza sentimental e íntima, irriga a nossa vida, os nossos desejos, os nossos prazeres e, de forma mais geral, a nossa relação com os outros e com o mundo. O tema do amor oferece a possibilidade de apresentar pinturas sobre diferentes questões da vida quotidiana que podem incluir a dimensão íntima, mas também todas as situações que mobilizam energia, compromisso, impulsos e movimentos. Para dançar o amor eu poderia, portanto, contar com temas como o amor ao próximo, o amor à própria pátria (aqui ou a de outro lugar), o amor ao trabalho, o amor a um hobby preferido como a culinária, o desporto, a fotografia, a música… Caberá a mim ouvir cada intérprete para recolher o material que me permitirá construir pinturas de corpos e imagens de forma muito livre com os participantes, produzindo assim uma tensão, uma emoção, para partilhar com o público. Os estados corporais serão o fio condutor do projeto: permitir a expressão de cada pessoa da forma mais simples possível. Que ela ou ele possa evocar um momento de sua existência, uma experiência feliz ou dolorosa… A proposta da dança surgirá dos estados do corpo atravessados, e a improvisação alimentará o trabalho de composição. Com os participantes, favorecerei a autenticidade, a parte do outro, de "si mesmo" como testemunho da própria presença, do olhar e da partilha de um tempo de encontro." Salia SANOU, abril de 2024.

 

Residências de intercâmbio profissional com criação e circulação.

28/07 a 03/08: Rio de Janeiro

03 e 04/08: Rio de Janeiro

 

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Vitor Hamamoto (Florianópolis, SC)

NÃO NOMEADO (13 min)

 

"Neste incessante fluxo da existência, mergulho nas profundezas, guiado pelos reflexos de Byung-Chul Han. Fechar os olhos é um ato de conclusão e, neste momento, imerso no movimento, busco o vazio ecoando no meio do caos. Palavras, como gotas de memória e mensagens, são carregadas enquanto navego nas correntes da vida. Às vezes, meu coração dói, mas ele bate incansavelmente. "Seria sacrilégio apressar um ato de sacrifício", e é exatamente isso que evito em meu movimento. A pressa me impede de contemplar o mundo ao meu redor. Qualquer raiva que surja o faz sem ressentimento, pois faz parte da minha contínua busca por significado na vida."


Ficha técnica: 

Coreografia, performance e trilha sonora - Vitor Hamamoto


01/08 - Rio de Janeiro


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Yana Reutova & coll. (República Tcheca e Ucrânia)

INVISIBLE TRACES (20min)


Um fato interessante é que as impressões digitais podem permanecer no corpo humano por um longo tempo quando tocadas. Todos os dias transmitimos nossas informações e recebemos as de outra pessoa, somos seus portadores sem saber. As impressões digitais são únicas e irrepetíveis, como o ciclo da vida. Elas nos tornam únicos e armazenam todas as informações sobre nós. Fazemos muitas conexões invisíveis todos os dias. Mas, ao mesmo tempo, estamos sozinhos em nossa singularidade.

 

Ficha técnica:

Conceito: Yana Reutova (UA)

Coreografia: Yana Reutova (UA) junto com os artistas: Jitka Čechová, Kateřina Jabůrková, Lukáš Bliss Blaha (CZ)

Música: Tomáš Kerle (CZ)

Elenco: Jitka Čechová, Lukáš Bliss Blaha e Clara da Costa

Cenário, objeto: Lucie Podroužková, Štěpán Rubáš (CZ).Produção: Tanec Praha / PONEC

Apoiado por: Ministério da Cultura da República Tcheca, Cidade de Praga, Fundo Estatal para a Cultura, EFFEA

 

04/08: Rio de Janeiro

 

WOMANHOOD (20 min)

Resultado da residência de criação internacional entre as artistas Yana Reutova (Ucrânia/República Tcheca) e Clara da Costa (Brasil)

 

Conceito e coreografia: Yana Reutova (UA/CZ) , Clara da Costa (BR)

Performers: Yana Reutova (UA/CZ) , Clara da Costa (BR)

Criação musical: Jana Kubánková (CZ)

Produção: Soňa Rizmanová (CZ)

 

03/08: Rio de Janeiro

 

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Zigan Krajncan and Nace Novak (Liubliana, Eslovênia)

 

FUSION WITH MYSELF (15 min|Espaços exteriores e 35 min | Versão Teatro)

Como expressar a ideia do nada cantando, dançando, falando, performando e entrelaçando tudo isso? A questão da investigação que Krajnčan se colocou na primeira apresentação do seu projeto a solo tomará um rumo diferente no Rio como o novo local de Fusão, ao mesmo tempo que segue a ideia inicial. De onde vem uma ideia, um tom, um movimento, uma palavra, um pensamento? A palavra que melhor descreve a origem da criação é Nada. “Tudo o que estou tentando fazer é expressar minha própria visão de uma obra de arte completa através de uma única pessoa – e dar movimento e voz à ideia”, escreve Žigan Kranjčan, acrescentando: “Quem eu sou e o que sou não define eu. O que sou não é o que quero me tornar. Quero ir para onde nunca estive antes. Me pergunto se Nada jamais me encontrará. Medo de falar. Nada pode dar errado, exceto nada.

 

Ficha técnica:

Autor, músico, dançarino e coreógrafo: Žigan Krajnčan

Figurino: Uroš Belantič

Luz, fotografia, video, gravação de som: Borut Bučinel

Edição e adaptação dos textos: Andreja Kopač

 

02/08: Rio de Janeiro

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